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Os Contos da Cigana
O Caçador do parque
Lindo domingo de sol. Crianças se divertindo nos brinquedos, amores andando de bicicleta, amigos no picnic. Tudo muito bacana.
Mas das profundezas do presídio ORSA, eis que surge, o Caçador.

Desse até o diabo corre.
Escrito por Eduardo Leandro às 09h49
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A lenda do grande herói (e bota grande nisso)
E como não podia deixar de ser, aí vai mais uma história do nosso destemido herói. Dessa verz escrita por um grande amigo: Gordo, vulgo, Wellington Pinheiro Lopes.
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No final de 1994, chamei nosso grande herói para trabalhar comigo em um conjunto de música, desses que se apresentam em formaturas, bailes da primavera, terceira idade, etc...
Nós dividíamos nossas tarefas entre carregar os equipamentos de palco e instalar, afinar (esse era o termo usado na época) e operar a iluminação de palco.
Sempre que terminávamos o trabalho de montagem e afinação da iluminação, todos os integrantes do grupo de montagem iam tomar um banho, para nos prepararmos para a segunda parte do trabalho, durante a festa.
No início, transcorreu tudo bem, até que num belo dia, fomos fazer uma festa em um clube do interior (não me lembro onde exatamente), onde só existia um banheiro pequeno (comparado com os outros clubes que tinham grandes vestiários) com dois chuveiros, sem separação entre eles. Neste dia, eu fiquei terminando a afinação da iluminação, enquanto nosso herói foi, com um dos carregadores, apelidado de Véio, tomar seu merecido banho.
Passado alguns minutos, vemos o Véio vindo correndo pelo salão (a festa ainda não havia começado e só havia nossa equipe no salão) nu, apenas com uma toalha enrolada na cintura. Ele estava branco como uma cera e após o susto ele explicou que não tomaria banho com nosso herói, pois o instrumento do nosso herói passava abaixo do joelho, mesmo não estando em ponto de bala.
Uns afirmam que é verdade, outros acreditam que isso não passa de lenda.
Admito, que não sou prova ocular desse fato, mas após pesquisas (incluindo um depoimento do próprio herói), consegui alguns dados que comprovam a grande “proeza” natural desenvolvida pelo nosso herói, mas são outras histórias, que serão contadas (ou não) numa outra oportunidade."
Escrito por Eduardo Leandro às 07h44
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Apresentamos... A Rainha
Para aqueles que não conhecem... a nova more more, uiuiui, cuti cuti, bubibubi de mi hermano... Sra. Liliane B.A. (LILY)

Escrito por Eduardo Leandro às 10h58
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Vejam as mais nova faceta do B.A.

Escrito por Eduardo Leandro às 15h08
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A cidade Loucura
Como se sabe, a Irmandade Cinzenta é composta basicamente por heróis. Aqueles que fazem, os que não fazem, os que dizem que fazem, e, aqueles que tentam e sempre se ferram.
O Quartel General de nossos heróis era em Juquitiba. Um lugar selvagem e cheio de áreas a serem exploradas. Certa vez, decidiram ir a cidade chamada Loucura, mas a única maneira de chegar à esse pitoresco lugar era através de uma poção mágica: O Chá de Lírio.
Alguns partiram na expedição em busca da erva sagrada. Em seu retorno, nossos heróis preparam o que seria a poção dos deuses.
Aos poucos, os destemidos tomam goles da poção mas nada acontece. Mas nosso super herói defensor da promiscuidade se enfurece, pega a jarra e diz:
- Dá essa merda aqui!!! - e toma o equivalente a 500 ml da poção, mas nada acontece.
Mas na calada da noite...
Sr. B.A. sente tremores e ouve barulhos que parecem trovões vindo diretamente de sua barriga. Ele corre para o banheiro e senta-se em seu poderoso trono e deságua no diarréia como se fosse uma criança de 8 anos. Reza a lenda que trovões eram ouvidos a milhas de distância, e os tremores abalaram a estrutura do QG. Nosso herói relata que viu o caminho para Loucura, mas viu muito mais estrelas do que o caminho propriamente dito.
Até hoje, não se sabe quanto tempo o banheiro ficou em reforma e quanto padres foram necessários para exocizar o local.
Escrito por Eduardo Leandro às 17h02
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História de Irmão I
Eu tinha por volta de seis ou sete anos quando ganhei minha primeira bicicleta, um Caloi Freestyle branca com detalhes em vermelho e azul metalico, linda. Mas como toda criança nó cega, eu não sabia andar de bicicleta. Uma série de parafusos para apertar mas quem disse que eu apertei, hehehe. Bom acho que era um Sábado quando resolvi andar na minha bike, só que por um detalhe do destino, os parafusos do guidão dela estavam firmes mas frouxos tornando o guidão flexível a qualquer esforço maior. Como meu pai estava ocupado fazendo não sei o que, só existia uma pessoa resolveu me ajudar, Meu Irmão. Estávamos lá eu e ele nos preparando para o passeio na minha antiga rua de paralelepípedo. Fomos a praça. Sentei no banco e ele ao meu lado dando as intruções do tipo: põe o pé no pedal que eu seguro você, quando pus os pés nos pedais e estava eu sobre a bicicleta e meu irmão me segurando e ele disse: pedala. Comecei a pedalar e ele ao meu lado me segurando. Não fomos muito longe e eu cai sem muitos arranhões. Ele disse: vamos tentar de novo. Novamente a preparação e lá fomos nós. Comecei a pedalar mais rápido e ele me soltando de leve até que consegui andar sozinho, dei uma rápida olhada para traz e vi ele sorrindo feliz por ter conseguido. Mas nem tudo são rosa, quando não se sabe andar direito de bicicleta, os paralelepípedos são os maiores inimigos. Saí da praça e fua a rua sem a menor noção de como para aquela geringonça desgovernada, pra ajudar o guidão se soltou e meu corpo foi todo para a frente de tal maneira que eu não conseguia controlar a bicicleta e nem ver pra onde estava indo. No meu caminho tinha um Fusca beje estacionado na rua. Isso é lugar de parar carro?!?!? Cai e me ralei sem ferimentos graves. Mas e daí? O importante é que esse foi um dos primeiros tombos de um série de quedas que eu não vou esquecer. Mas sempre vou agradecer meu pai pela bicicleta
E é claro, ao meu irmão por ter me ajudar a andar de bicicleta e ser a razão de algumas das minhas cicatrizes (hehehe)
Valeu B.A.D BOY
Eduardo Leandro
Escrito por Eduardo Leandro às 13h13
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Aqui começa a Saga
Caros Amigos do B.A.
Com o intuito de tornar público a verdade, está aberto agora a operação "Os contos da cigana". Muitos devem estar se perguntando o que será. Bom, existem alguns rumores sobre o Sr. B.A. que não estão muito bem esclarecidos. este projeto tem por objetivo trazer a verdade a tona e não deixar dúvidas em nenhum de seus nobres atos. Então convoco a todos os mais incríveis amigos do universo para que enviem alguma história que saibam sobre este maravilhoso indivíduo para que possamos montar um BLOG e mostrar ao mundo que é realmente este ser divino.
Obs.: Lembrem-se de contar a história de maneira real sem exageiros e deturpação dos fatos. Caso o Onipotente constate que a história não tem fundamento, a mesma não será publicada, o difamador receberá uma resposta e ainda concorrerá a chance de ter um BLOG na internet com histórias da sua vida. Sejam verdadeiros mas justos.
Eduardo Leandro
Escrito por Eduardo Leandro às 12h23
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